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Alcobaça

A história da cidade de Alcobaça e a sua vida contemporânea estão indissociavelmente ligados à presença da Ordem de Cister durante quase setecentos anos que, por doação de D. Afonso Henriques, edifica na confluência dos rios Alcoa e Baça, um dos maiores mosteiros cistercienses do mundo.

Apesar disso, a origem de Alcobaça como vila remonta à época dos romanos, como se depreende do nome da antiga povoação “Helcobatie”. 

Mais tarde adquiriu a denominação Árabe de Al-cobaxa, que resulta da composição do artigo “al” e “cobaxa” (carneiros), característica das paisagens de outeiros em redor da vila. O artigo “al” é característica quer do nome da cidade, quer do nome de inúmeras freguesias do concelho, tais como Alfeizerão, Aljubarrota, Alpedriz entre outros topónimos. 

A partir do século XII, o Mosteiro organizou um notável sistema agrícola, altamente produtivo, no território dos coutos de Alcobaça. Os monges, para além da sua actividade religiosa e cultural, desenvolveram uma acção colonizadora notável.

Eram 13 as vilas dos coutos de Alcobaça: Alcobaça, Alfeizerão, Aljubarrota, Alvorninha, Cela, Cós, Évora de Alcobaça, Maiorga, Paredes da Vitória, Pederneira, Santa Catarina, São Martinho do Porto e Turquel.  

A vila de Alcobaça recebeu foral de D. Manuel I em 1514. Em meados do século XVII, a maioria dos coutos já pertencia aos habitantes das vilas e dos seus concelhos. 

A 13 de Outubro de 1833 os monges abandonam o Mosteiro e, em 1834, parte do Mosteiro é vendido em hasta pública. Das 13 vilas–concelho, apenas duas subsistem como sede de concelho: Alcobaça e Pederneira, a actual Nazaré. 

A 30 de Agosto de 1995, Alcobaça foi elevada a cidade. Hoje, o centro urbano atravessado pelos rios Alcoa e Baça, é um conjunto harmonioso de ruas e casario junto do grande complexo monumental, constituído pelo Mosteiro e antigas Dependências.  

As principais actividades são a agricultura, a fruticultura, o turismo e a indústria de faianças e cristal. O sector terciário absorve 49% da população activa, seguindo-se o secundário com 31% e o primário com 19%. 

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