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Ocupações

Com a extinção das Ordens religiosas, o Mosteiro de Alcobaça é vendido em hasta pública e repartido, sendo palco das mais diversas ocupações.   Citando Pedro Tavares: “Em vez de demolir para reutilizar materiais, o Mosteiro é ocupado, adaptado e reconvertido, mas salvo. Câmara Municipal, Tribunal, Prisão, Escolas, Bancos, Telégrafo, etc. Refeitório transformado em Teatro e casa de Cultura durante cerca de noventa anos. Demolições a norte para a abertura da Rua da Mala Posta (Rua D. Pedro V, durante mais de um século a estrada nacional Lisboa/Porto). Ocupação pela Instituição Militar (Cavalaria 9, Cavalaria 4 e Artilharia 1) dos Claustros do Cardeal e do Rachadouro, incluindo o Dormitório Medieval e, temporariamente, a Sala do Capítulo. Construções seculares no jardim do Obelisco. Residência primeiro, Asilo de Velhinhos depois e Jardim Romântico Maria e Oliveira na Ala Sul.” Caixa de Depósitos, Montepio Alcobacense, Repartição da Fazenda, Repartição das Finanças, Conservatória do Registo Predial, Estação de Telegráfo-postal, Escolas de Alcobaça (ensino primário e secundário), lojas (latoaria, ferragens, salsicharia, taberna), residências particulares, Patriarcado, ADEPA – Associação para a Defesa e Valorização do Património Cultural da Região de Alcobaça, Biblioteca Municipal, Associação de Comandos,  Delegação Administrativa do IPPC/IPPAR.             

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